Durante três dias Brasília se transformou no palco da final nacional da F1 in Schools Brazil, projeto global de educação STEM apoiado pela maior categoria de automobilismo do mundo.
Foram mais de 300 alunos de 53 equipes de todo o Brasil com idade entre 12 e 19 anos disputando três vagas para a final mundial que acontecerá no segundo semestre em local a ser anunciado em breve, sempre na semana de um Grande Prêmio de Fórmula 1.
As equipes que participam do projeto precisam desenvolver uma equipe nos mesmos moldes de um time de F1, desenvolvendo diferentes habilidades como engenharia, empreendedorismo, tecnologia, habilidades sócio emocionais e o desenvolvimento de um projeto social para deixar um legado à sociedade.
Todos os projetos são avaliados por juízes especialistas em suas áreas, gerando uma pontuação por equipe. Além disso, um dos pontos mais altos da competição acontece em uma pista de mais de 20 metros, onde os carros construídos pelos alunos competem sendo disparados por cilindros de CO2; os 24 mais rápidos disputam em esquema de “mata-mata” até ser conhecido o carro vencedor.
Outros prêmios são entregues, como melhor engenharia de carro, melhor escrutínio (carro dentro das regras), melhor desempenho feminino, projeto social entre outras.
Na soma da pontuação final da equipe catarinense Alpha venceu com 20 pontos de vantagem em relação ao segundo colocado, os capixabas da Gear One; fechando o TOP3, mais um time do Espírito Santo, a Hyoku garantia a última vaga para disputar a final mundial entre os colégios SESI.
A final desse ano contou com a presença internacional de representantes da F1 in Schools: o irlandês Willie McKeown, chefe de escrutínio mundial e o português Nelson Vale, diretor internacional de operações.
O evento foi elogiado pela dupla estrangeira: “O nível das equipes subiu como uma flecha. Estou muito contente por ver tanta qualidade e acho que no próximo mundial as equipes (brasileiras) farão um trabalho ainda melhor do que já tem entregue. Acredito que é possível ter um time brasileiro entre os três carros mais rápidos da competição, basta desenvolver um pouco mais, mas em outros itens como identidade visual, apresentação e gestão de projetos, os times nacionais não devem nada a ninguém”, comentou Nelson Vale.
Para Willie McKeown, a energia brasileira na competição foi o que mais impressionou: “Estou impressionado com a energia, barulho e animação do público. A qualidade na pintura dos carros é incrível e alguns países deveriam se inspirar no Brasil”.
Responsável pelo projeto no Brasil, Waldemar Battaglia o nível técnico subiu muito: “Trouxemos dois juízes internacionais, trabalhamos em capacitação das equipes e o resultado foi uma competição de altíssimo nível. Os carros na pista tiveram diferenças de milésimos de segundos, com poucas quebras, mostrando um crescimento enorme na engenharia mostrando que as equipes classificadas farão uma excelente apresentação no mundial”, finalizou o CEO da F1 in Schools Brazil.
Com e o encerramento da temporada 2024/2025 das escolas SESI, agora os olhares voltam-se para Bauru (SP) onde nos dias 28 e 29 de abril acontecerá a final nacional das escolas públicas e privadas que participam do projeto. Dessa última final nacional sairá uma equipe completa que também participará do mundial e a segunda colocada fará uma colaborativa com outro time de outro país, uma ótima oportunidade para troca de experiências, tecnologia e o desenvolvimento e experiência de trabalhar com jovens de outras culturas.
Confira os times premiados durante a Final Nacional 2024/2025 do SESI:
1º lugar (geral): Alpha (SC)
2º lugar (geral): Gear One (ES)
3º lugar (geral): Hyoku (ES)
Prêmio melhor engenharia do carro: Hyoku (ES)
Prêmio escrutínio FIA: Alpha (SC)
Prêmio patrocínio e marketing: BR Racing (MS)
Prêmio pensamento criativo: Senna Rain Racing (SC)
Prêmio reconhecimento de conquista do comitê dos juízes: Apoema (AM)
Prêmio pesquisa e desenvolvimento: Alpha (SC)
Prêmio carro mais veloz: Nimble (RO)
Prêmio identidade visual: Nitroneedles (SP)
Prêmio estande: Pégassus (BA)
Prêmio apresentação verbal: Mach One (GO)
Prêmio gestão de projetos: Nitroneedles (SP)
Prêmio mídias digitais: Lipíma (MA)
Prêmio melhor desempenho feminino: Vulpes (RN)
Prêmio projeto social: Amazon Predators (PA)
Vencedor da corrida mata-mata: Pugnator (MA)
Sobre o projeto:
O F1 in Schools Brazil é um projeto global criado há 20 anos e apoiado pela Fórmula 1 com o objetivo de desenvolver habilidades STEAM que une o aprendizado de ciências, tecnologia, engenharia, artes e matemática em alunos de 12 a 19 anos.
Aplicada através do projeto de Aprendizagem Baseada em Projetos, os alunos assumem o papel de protagonistas e são responsáveis pelo próprio aprendizado para desenvolverem uma equipe real baseada nos projetos da F1, além do projeto de um carro modelo que competirá em uma pista de 20m de comprimento sendo disparados com o auxílio de um cilindro de CO2 contra outro time oponente.
No Brasil são mais de 100 equipes inscritas no projeto, vindas de colégios públicos e particulares, onde os alunos terão o desafio de testar suas habilidades em empreendedorismo, tecnologia, socioemocionais além de desenvolverem um projeto social para a comunidade a que pertencem.
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